As Janelas
- Sâmela Barreto

- 19 de ago. de 2024
- 1 min de leitura
As janelas da noite, as janelas do dia.
As histórias que molduram a paisagem intocada,
Como um sonho de esperança.
O espaço que imagino, a superfície irrompendo seu plano,
As minhas intervenções não passam das janelas.
Não tenho controle do tempo e de quem passa,
Da ave curiosa.
Vejo os dias novos como folhas caindo
De um volume fugaz que engana a memória.
Por outro lado, a paisagem me assiste como objeto determinante,
Esperando do lado de fora que minha lua apareça
Para o sonho além da moldura e descoberta do pertencimento.





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